A Defesa Civil do Estado de São Paulo informou segunda-feira agora (9) que Peruíbe se mantém em alerta para chuvas, enquanto cidades do litoral paulista seguem com decretos de situação de emergência em vigor depois de os impactos provocados por temporais nos últimos meses.
As informações constam no relatório mais recente do Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC), atualizado segunda-feira agora, que acompanha a situação meteorológica e os municípios afetados por eventos climáticos no estado.
Peruíbe continua em alerta para chuvas intensas
De acordo com o relatório da Defesa Civil, Peruíbe se mantém em nível de alerta dentro da área da Baixada Santista, depois de registrar acumulados de chuva recentes próximos de 80,9 milímetros.
O município já vinha enfrentando impactos provocados por fortes tempestades, com registros de alagamentos, deslizamentos e famílias afetadas pelas enxurradas.
Diante do cenário, o governo estadual homologou o Decreto Estadual nº 70.399, que reconhece a situação de emergência no município. O decreto, que tem validade de 180 dias, foi iniciado no último dia 23 e tem previsão de término em 22 de agosto.
A homologação assegura respaldo jurídico para que o município possa pedir apoio estadual e federal, incluindo assistência humanitária, envio de recursos e suporte logístico para recuperação das regiões atingidas.
Mongaguá se mantém em situação de emergência
Outro município da Baixada Santista que continua com decreto em vigor é Mongaguá, depois de os temporais registrados entre o final de 2025 e o começo de 2026.
O estado homologou o Decreto Estadual nº 70.358, relacionado ao decreto municipal que declarou situação de emergência depois de chuvas intensas que provocaram alagamentos, prejuízos estruturais e impactos diretos na população.
Conforme o relatório da Defesa Civil, o decreto tem vigência de 180 dias, e foi iniciado em 21 de janeiro, com previsão de término em 20 de julho.
Os últimos temporais atingiram o município em meio à alta temporada turística e provocaram danos significativos na infraestrutura urbana, além de deixar moradores desalojados e causar prejuízos ao comércio local.
Com informações do Diario do Litoral



