Arquivo pessoal
A defesa de Márcio Gomes, 53, suspeito de agredir a parceira, 35, e o enteado com um facão em Mongaguá, no litoral de São Paulo, afirmou que ele também teria sido vítima de um atropelamento cometido através da mulher no domingo anterior (5).
Conforme novas informações apresentadas através da advogada Fernanda Caetano, o atropelamento teria ocorrido durante a quebra da medida protetiva instaurada depois de as agressões com o facão, que ocorreram no último dia 28 de março.
Em informe, a advogada declarou que a versão divulgada inicialmente não representa a totalidade dos acontecimentos e que a defesa unirá elementos para “demonstrar a inocência do cliente”.
O caso
Segundo informações apuradas através da reportagem, as agressões ocorreram no imóvel onde o casal morava, no bairro Vila Anhanguera. Márcio Gomes, de 53 anos, e sua esposa, de 35, mantinham um relacionamento de sete anos. As agressões teriam ocorrido depois de um desentendimento por motivo de ciúmes.
As primeiras agressões teriam ocorrido no dia 28 de março. A mulher relatou, em depoimento, que Márcio teria ameaçado matá-la. A vítima sofreu ferimentos na perna, no abdômen e em um dos braços. Já o filho dela, que tentou defendê-la das agressões, acabou ferido na mão.
O tumulto só foi finalizado quando outra mulher chegou ao local e flagrou a situação. Na sequência, o agressor fugiu antes da chegada da Polícia Militar.
Dias depois de a agressão, o homem foi impedido de frequentar a casa onde vivia com as vítimas e se aproximar delas, em razão de uma medida protetiva. No entanto, mesmo com a medida protetiva, Márcio voltou ao local, seguido de outro homem, que seria um prestador de serviço de internet.
Ela foi agredida através do ex-companheiro enquanto o outro homem a segurava. A vítima contou ainda que Márcio pegou a chave da motocicleta dela e fugiu do local.
O caso foi registrada como violência doméstica, machucado corporal, ameaça e injúria na Delegacia Sede de Mongaguá. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo informou que o caso é investigado com o auxílio de inquérito policial na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Mongaguá.
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Com informações de Santaportal



