Difusão/Prefeitura de Mongaguá
A área pública de 13km que recebe a linha férrea no segmento inoperante do ramal Santos-Cajati e que percorre todo o município de Mongaguá, hoje pertencente ao Governo Federal e concedido à empresa Rumo Logística, pode ser transferida à Prefeitura.
O pedido foi levada através da prefeita, Cristina Wiazowski (PP), à reunião entre chefes do Executivo de cidades do Litoral Sul e o superintendente regional do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) em São Paulo, Miguel Calderano Giacomini, na última quinta-feira (9).
“Mesmo notificada, há anos a empresa não realiza serviços de zeladoria, deixando mato alto, sujeira, buracos no solo e a ponte sobre o Rio Mongaguá abandonada, depreciando os ambientes e gerando insegurança. Nítida mostra de que não há intenção de se utilizar do trecho. As intervenções acabam na agenda de trabalho das equipes da Prefeitura. Sendo assim, nada mais justo do que tomarmos conta da área definitivamente, o que nos possibilita, além de cuidar, planejar uma vida útil para essas áreas com projetos de infraestrutura, segurança, recreação e outros, pois são 13km”, ressaltou Cristina.
A comitiva da prefeitura apresentou parte do mapa atual da linha férrea, que recorta a área central, abrangendo 4km e exibiu trechos ocupados por moradias e comércios de forma desordenada, além de apresentar pontos com vegetação, muros e córregos sem atenção.
O segmento da ferrovia, mesmo considerado “ramal antieconômico”, tem sua concessão à Rumo Logística prevista até 2028. De acordo com a Prefeitura, se não existe interesse de renovação, as regiões retornam ao patrimônio da União, a cargo do DNIT, que, por sua vez, decide sobre o que fazer.
Os gestores e técnicos da Prefeitura de Mongaguá se agruparam para viabilizarem os documentos formalizando o acionamento dos entes governamentais e agilizar os próximos passos para concretizar o pedido.
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Com informações de Santaportal



