Propaganda/Instituto Biopesca
Uma baleia em estágio avançado de decomposição foi vista na manhã do domingo anterior (24) na faixa de areia do bairro Agenor de Campos, em Mongaguá, no litoral de São Paulo. Devido a condição da carcaça, não foi provável reconhecer a espécie do animal, que atraiu curiosos ao local.
Segundo técnicos do Instituto Biopesca, que executa o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) o instituto foi acionado e, ao chegar ao local, constatou que a baleia já estava em decomposição havia semanas, o que inviabilizou qualquer reconhecimento precisa.
O caso foi auxiliada por equipes do Instituto Biopesca, da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, da Guarda Civil Municipal, da Subprefeitura de Agenor de Campos e dos Serviços Externos.
As equipes realizaram o isolamento da área, afastando curiosos, além da coleta de material biológico para análise e do descarte ideal da carcaça.
Projeto de Monitoramento
O Instituto Biopesca é uma das instituições executoras do PMP-BS, uma atividade desenvolvida para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal das atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos, conduzido através do Ibama.
Esse projeto tem como objetivo avaliar os possíveis impactos das atividades de produção e escoamento de petróleo sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos, através do monitoramento das praias e do atendimento veterinário aos animais vivos e necropsia dos animais descobertos mortos. O projeto é feito desde Laguna/SC até Saquarema/RJ, sendo dividido em 15 trechos. O Instituto Biopesca monitora o Segmento 8, compreendido entre Peruíbe e Praia Grande.
Para acionar o serviço de resgate de mamíferos, tartarugas e aves marinhas, vivos, mas debilitados, ou mortos, entre em contato com o telefone 0800 642 3341 (horário comercial).
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Com informações de Santaportal



